A vida de Jack e Rose após Titanic (Se o navio não houvesse afundado)

Foi apenas um sonho

Adoro cinema comercial, ou cinemão pipoca, como é mais conhecido. Sou fã confesso de Michael Bay (Transformrs) e de Steven Spielberg. Porem, gosto muito de filme mais calmos, dramas pesados, filmes que nos trazem alguma mensagem, enfim, filmes mais “sérios”. Não é atoa que Beleza Americana está entre meus filmes favoritos.

Ontem fui ver o comentadíssimo “Revolutionary Road” (Aqui no Brasil com o titulo que mais lembra um filme qualquer de Supercine – Foi apenas um sonho). O filme reúne depois de 13 anos Leonardo Di Caprio e Kate Winslet, o casal do maior filme de todos os tempos (Titanic), é dirigido por Sam Mendes (Beleza Americana), e está concorrendo a três Oscar. Pensei comigo: “Esse filme só pode ser bom!”, mas não é.

Foi apenas um sonho é uma chatice de primeira grandeza. Um filme que tem lá seus momentos, mas no geral dá sono, e muito. O filme é basicamente sobre pessoas infelizes, aqui Sam Mendes volta ao tema da família que parece ser perfeita se vista de fora, mas na verdade todos se odeiam, abordado magnificamente em American Beauty.

Frank e April, se mudam para a Revolutionary Road do titulo. Ele tem um trabalho que odeia, na mesma empresa que o pai trabalhou por 20 anos. Ela, uma dona de casa insatisfeita tem o sonho de ir morar em Paris. O casal briga o tempo todo e é só isso que é mostrado no filme. Você sempre acha que algo surpreendente vai acontecer, mas nada acontece. Quando já estava perto de dá aquela cochilada, ao mesmo tempo que pensava seriamente em abandonar a sessão, eis que chega o personagem mais interessante do filme, Michael Shanno (Jonh Givings está concorrendo ao Oscar de Ator coadjuvante por esse papel), um matemático que ficou meio louco depois de um tratamento de choque, no sentido literal, recebido em um sanatório. Filho da corretora que vendeu a casa aos Wheelers, ele é o único que consegue perceber o quão infelizes são todos a sua volta, e seus comentários são sensacionais.

A partir daí o filme melhora. Abril continua com seus planos de ir a Paris, apóia pelo marido, enquanto seus vizinhos e amigos, acostumados com suas vidas chatas e sem sentido acham aquilo uma loucura. Tudo muito bem ate que Frank é promovido no trabalho, e April engravida. As brigas agora ganham um outro rumo. April quer abrir mão do filho por causa de seu sonho, Frank acha que é possível ser feliz em Revolutionary Road.

Esperei uma reviravolta no final, que não houve, ou mesmo um final mais otimista, que não houve também. Ao contrario de outros filmes que costumam mostrar personagens que vão evoluindo (de uma forma ou de outra) com o tempo, aqui ao fim da projeção, percebemos que continuam todos iguais em suas vidinhas sem graça.

O filme dos deixa uma mensagem sim: não se prenda a um trabalho que você não gosta por comodismo, ou só porque ele trás estabilidade; não viva uma vida medíocre, e o mais importante, não tenha sonhos, pois eles não nos levam a lugar algum. Tenha objetivos, metas, mas nunca sonhos.

 

Nota: 7

 

Indicados ao Oscar 2009

   

Finalmente foi divulgada, na manhã de hoje, a lista dos indicados ao Oscar 2009.

A grande surpresa entre os indicados foi sem duvidas, a quantidade de indicações dadas a "O curioso caso de Benjamin Button". Já Batman e Wall-e não receberam as esperadas indicações à melhor filme, por outro lado, dominam as categorias técnicas com 8 e 6 indicações respectivamente. Outro que recebeu muitas indicações foi Milk. A premiação será realizada no dia 22 de fevereiro.

Melhor filme:
- "Quem quer ser um milionário?"
- "Frost/Nixon"
- "O curioso caso de Benjamin Button"
- "Milk - A voz da liberdade"
- "The reader"

Melhor diretor:
- Danny Boyle - "Quem quer ser um milionário?"

- Ron Howard - "Frost/Nixon"
- David Fincher - "O curioso caso de Benjamin Button"
- Gus Van Sant - "Milk - A voz da liberdade"
- Stephen Daldry - "The reader"

Melhor ator:
- Mickey Rourke - "The wrestler"
- Sean Penn "Milk - A voz da liberdade"
- Frank Langella - "Frost/Nixon"
- Brad Pitt - "O curioso caso de Benjamin Button"
- Richard Jenkins - "The visitor

Melhor atriz:
- Meryl Streep - "Doubt"
- Kate Winslet - "The reader"
- Anne Hathaway - "O casamento de Rachel"
- Angelina Jolie - "A troca"
- Melissa Leo - "Frozen river"


Melhor ator coadjuvante:
- Heath Ledger - "Batman - O cavaleiro das trevas"
- Josh Brolin - "Milk - A voz da liberdade"
- Robert Downey Jr. - "Trovão tropical"
- Philip Seymour Hoffman - "Doubt"
- Michael Shannon - "Revolutionary road"

Melhor atriz coadjuvante:
- Amy Adams - "Doubt"
- Penélope Cruz - "Vicky Cristina Barcelona"
- Viola Davis - "Doubt"
- Taraji P. Henson - "O curioso caso de Benjamin Button"
- Marisa Tomei - "The wrestler"

Melhor longa de animação:
- "Wall.E"
- "Kung Fu Panda"
- "Bolt - Supercão"

Melhor filme em língua estrangeira:
- "Revanche", de Gotz Spielmann (Áustria)
- "The class", de Laurent Cantet (França)
- "The Baader Meinhof Complex", de Uli Edel (Alemanha)
- "Waltz with Bashir", de Ari Folman (Israel)
- "Departures", de Yojiro Takita (Japão)

Melhor roteiro original:
- "Frozen river"
- "Na mira do chefe"
- "Wall.E"
- "Milk - A voz da liberdade"
- "Happy-go-lucky"

Melhor roteiro adaptado:
- "O caso curioso de Benjamin Button"
- "Doubt"
- "Frost/Nixon"
- "The reader"
- "Quem quer ser um milionário?"

Melhor direção de arte:
- "A troca"
- "O curioso caso de Benjamin Button"
- "Batman - O cavaleiro das trevas"
- "A duquesa"
- "Revolutionary road"

Melhor fotografia:
- "A troca"
- "O curioso caso de Benjamin Button"
- "The reader"
- "Batman - O cavaleiro das trevas"
- "Quem quer ser um milionário?"

Melhor mixagem de som:
- "O curioso caso de Benjamin Button"
- "Batman - O cavaleiro das trevas"
- "Quem quer ser um milionário?"
- "Wall.E"
- "Procurado"

Melhor edição de som:
- "Batman - O cavaleiro das trevas"
- "Homem de Ferro"
- "Wall.E"
- "Procurado"
- "Quem quer ser um milionário?"

Melhor trilha sonora original:
- Alexandre Desplat - "O curioso caso de Benjamin Button"
- James Newton Howard - "Defiance"
- Danny Elfman - "Milk - A voz da liberdade"
- Thomas Newman - "Wall.E"
- A.R. Rahman - "Quem quer ser um milionário?"

Melhor canção original:
- "Down to Earth", de Peter Gabriel and Thomas Newman - "Wall.E"
- "Jai Ho" de A.R. Rahman - "Quem quer ser um milionário?"
- "O Saya", de A.R. Rahman e Maya Arulpragasam - "Quem quer ser um milionário?"

Melhor figurino:
- "Austrália"
- "O curioso caso de Benjamin Button"
- "A duquesa"
- "Milk - A voz da liberdade"
- "Revolutionary road"

Melhor documentário de longa-metragem:
- "The betrayal"
- "Encounters at the end of the world"
- "The garden"
- "Man on wire"
- "Trouble the water"

Melhor documentário de curta-metragem:
- "The conscience of Nhem En"
- "The final inch"
- "Smile Pinki"
- "The witness - From the balcony of room 306"

Melhor edição:
- "O curioso caso de Benjamin Button"
- "Batman - O cavaleiro das trevas"
- "Frost/Nixon"
- "Milk - A voz da liberdade"
- "Quem quer ser um milionário?"

Melhores efeitos especiais:
- "Batman - O cavaleiro das trevas"
- "Homem de Ferro"
- "O curioso caso de Benjamin Button"

Melhor maquiagem:
- "O curioso caso de Benjamin Button"
- "Batman - O cavaleiro das trevas"
- Hellboy II - O exército dourado"

Melhor animação de curta-metragem:
- "La maison en petits cubes"
- "Lavatory - Lovestory"
- "Oktapodi"
- "Presto"
- "This Way Up"

Melhor curta-metragem:
- "Auf der strecke (On the Line)"
- "Manon on the asphalt"
- "New Boy"
- "The Pig"
- "Spielzeugland (Toyland)"

Fonte: g1.globo.com.

 

 

 

Framboesa de Ouro 2009

Pior Filme
'Super-Heróis - A Liga da Injustiça' e 'Espartalhões'
'Fim dos Tempos'
'A Gostosa e a Gosmenta'
'Em Nome do Rei'
'O Guru do Amor'

Pior Ator
Larry the Cable Guy, por 'Witless protection'
Eddie Murphy, por 'O Grande Dave'
Mike Myers, por 'O Guru do Amor'
Al Pacino, por '88 Minutos'
Mark Wahlberg, por 'Max Payne'

Pior Atriz
Jessica Alba, por 'O Olho do Mal'
Annette Bening, Eva Mendes, Debra Messing, Jada Pinkett-Smith e Meg Ryan, por 'Mulheres - O Sexo Forte'
Cameron Diaz, por 'Jogo de Amor em Las Vegas'
Paris Hilton, por 'A Gostosa e a Gosmenta'
Kate Hudson, por 'Um Amor de Tesouro'

Pior prólogo, remake, sequência ou cópia
'O Dia em que a Terra parou Mesmo'
'Super-Heróis - A Liga da Injustiça'
'Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal'
'Speed Racer'
'Star Wars - A Guerra dos Clones'

Pior Diretor
Uwe Boll, por 'Postal'
Jason Friedberg & Aaron Seltzer, por 'Super-Heróis - A Liga da Injustiça' e 'Espartalhões'
Tom Putnam, por 'A Gostosa e a Gosmenta'
Marco Schnabel, por 'O Guru do Amor'
M. Night Shyamalan, por 'Fim dos Tempos'

Pior Roteiro
'Super-Heróis - A Liga da Injustiça' e 'Espartalhões"
'Fim dos Tempos'
'A Gostosa e a Gosmenta'
'Em Nome do Rei'
'O Guru do Amor'

Pior Ator coadjuvante
Uwe Boll (como ele mesmo), por 'Postal'
Pierce Brosnan, por 'Mamma Mia'
Ben Kingsley, por 'O Guru do Amor'
Burt Reynolds, por 'Em Nome do Rei'
Verne Troyer, por 'O Guru do Amor'

Pior Atriz coadjuvante
Carmen Electra - 'Super-Heróis - A Liga da Injustiça'
Paris Hilton, por 'Repo! The genetic Opera'
Kim Kardashian, por 'Super-Heróis - A Liga da Injustiça'
Jenny McCarthy, por 'Witless Protection'
Leelee Sobieski, por '88 minutos'

Pior Casal em cena
Uwe Boll e qualquer ator, câmera ou roteiro
Cameron Diaz e Ashton Kutcher, por 'Jogo de Amor em Las Vegas'
Paris Hilton e Christine Lakin ou Joel David Moore, por 'A Gostosa e a Gosmenta'
Larry the Cable Guy e Jenny McCarthy, por 'Witless Protection'
Eddie Murphy em Eddie Murphy, por 'O Grande Dave'

Prêmio pela Pior carreira
Uwe Boll (a resposta da Alemanha ao Ed Wood)

Fonte: Cinepop.com.br

Biografia:

 Brad Pitt

Cresceu em Springfield, no estado de Missouri, filho de Jane Etta Hillhouse e Willian (Bill) Pitt. Namorou Julia Ormond, com quem contracenou em Lendas de Paixão, depois Juliette Lewis, que conheceu durante as filmagens de Too young to die?, e com quem posteriormente repetiu a parceria em Kalifornia bem como Gwyneth Paltrow com quem contracenou em Se7en (1995) e com quem começaria uma relação que acabaria em 1997, apesar de a essa altura os dois atores estarem já noivos e serem a grande sensação de Hollywood. No Verão do ano seguinte, Brad começou a ser visto com a atriz Jennifer Aniston conhecida pelo seriado Friends, na qual interpretava Rachel. O romance começou e, em 29 de Julho de 2000, o casal se casou, tornando-se um dos pares preferidos de Hollywood. Mas o casamento começou a enfrentar graves problemas, e em 7 de Janeiro de 2005 foi anunciada a separação.

Angelina Jolie e Pitt durante o Deauville American Film Festival em Setembro de 2007.

A esta altura começou a relacionar-se com a atriz Angelina Jolie, com quem dividiu a cena em Mr. & Mrs. Smith, um filme de ação com toques de comédia, no qual interpretam dois assassinos profissionais casados, mas que desconhecem a identidade laboral um do outro.

Enquanto Brad e Angelina negavam manter qualquer envolvimento na vida real, começaram a ser fotografados juntos e a voar à volta do mundo em missões humanitárias, juntamente com o filho adotivo da atriz (Maddox Chivan Jolie). Brad Pitt acompanhou-a à Etiópia, em Julho de 2005 para adotar a sua filha Zahara que vivia num orfanato. No final de 2005, Brad e Angelina visitaram por duas vezes o Paquistão como embaixadores das Nações Unidas para ajudar as vítimas de um sismo. Era evidente a aproximação de ambos, principalmente quando começou o período de divulgação do filme.

Em 2 de Dezembro de 2005 foi anunciado que Brad tinha iniciado o processo legal de adoção dos dois filhos adotivos de Angelina, o filho Maddox Chivan Jolie (nascido em 2002, no Camboja) e a filha Zahara Marley Jolie, tendo requerido também a mudança dos sobrenome destes para Jolie-Pitt. Pouco mais de um mês depois, em 19 de Janeiro de 2006, um juiz de Santa Mónica, na Califórnia, aprovou este pedido. Em 27 de Maio de 2006, Angelina Jolie deu à luz, na Namíbia, o primeiro filho biológico do casal, uma menina a quem chamaram Shiloh Nouvel Jolie-Pitt. Após o nascimento de Shiloh, já em 2007, Brad Pitt e Angelina Jolie adotaram um menino de 3 anos no Vietnã, chamado Pax Thien Jolie-Pitt.

Em 12 de julho de 2008, Angelina deu à luz a gêmeos de Brad Pitt: um menino (Knox Léon Jolie-Pitt), e uma menina (Vivienne Marcheline Jolie-Pitt), ambos de nacionalidade francesa.

 

 

1987 a 2008

Documentários e pequenas participações

Filmes para a televisão

 

Premiações:

Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Ator, por "O Curioso Caso de Benjamim Button" (2008)

 

Globo de Ouro 2009.

 

  Vencedores da 66ª edição do Globo de Ouro.

Melhor filme - drama:
- "O curioso caso de Benjamin Button"
- "Frost/Nixon"
- "The reader"
- "Revolutionary road"
- "Slumdog millionaire"

Melhor atriz coadjuvante em filme:
- Amy Adams - "Doubt"
- Penelope Cruz - "Vicky Cristina Barcelona"
- Viola Davis - "Doubt"
- Marisa Tomei - "The wrestler"
- Kate Winslet - "The reader"

Melhor canção original:
- "Down to earth" (Peter Gabriel) - "Wall-E"
- "Gran Torino" (Clint Eastwood, Jamie Cullum e outros) - "Gran Torino"
- "I thought I lost you" (Myley Cyrus) - "Bolt"
- "Once in a lifetime" (Beyoncé) - "Cadillac records"
- "The wrestler" (Bruce Springsteen) - "The wrestler"

Melhor ator coadjuvante em série, minissérie ou filme feito para a TV:
- Neil Patrick Harris - "How I met your mother"
- Denis Leary - "Recount"
- Jeremy Piven - "Entourage"
- Blair Underwood - "In treatment"
- Tom Wilkinson - "John Adams" 

Melhor atriz coadjuvante em série, minissérie ou filme feito para a TV:
- Eileen Atkins - "Cranford"
- Laura Dern - "Recount"
- Melissa George - "In treatment"
- Rachel Griffiths - "Brothers and sisters"
- Dianne Wiest - "In treatment" 

Melhor ator em série dramática:
- Gabriel Byrne - "In treatment"
- Michael C. Hall - "Dexter"
- Jon Hamm - "Mad men"
- Hugh Laurie - "House"
- Jonathan Rhys Meyers - "The Tudors"

Melhor atriz em série dramática:
- Sally Field - "Brothers and sisters"
- Mariska Hargitay - "Law and order: special victims"
- January Jones - "Mad men"
- Anna Paquin - "True blood"
- Kyra Sedgwick - "Closer"

Melhor longa de animação:
- "Bolt"
- "Kung Fu Panda"
- "Wall-E" 

Melhor atriz em filme musical ou comédia:
- Rebecca Hall - "Vicky Cristina Barcelona"
- Sally Hawkins - "Happy-go-lucky"
- Frances McDormand - "Queime depois de ler"
- Meryl Streep - "Mamma mia!"
- Emma Thompson - "Last chance Harvey"

Melhor minissérie ou filme feito para a TV:
- "A raisin in the sun"
- "Bernard and Doris"
- "Cranford"
- "John Adams"
- "Recount"

Melhor ator coadjuvante em filme:
- Tom Cruise - "Trovão tropical"
- Robert Downey Jr. - "Trovão tropical"
- Ralph Fiennes - "A duquesa"
- Philip Seymour Hoffman - "Doubt"
- Heath Ledger - "Batman - O cavaleiro das trevas"

Melhor filme de língua estrangeira:
- "The Baader Meinhof complex" (Alemanha)
- "Everlasting moments" (Suécia/Dinamarca)
- "Gomorra" (Itália)
- "I've loved you so long" (França)
- "Waltz with Bashir" (Israel)

Melhor atriz em minissérie ou filme feito para a TV:
- Judi Dench - "Cranford"
- Catherine Keener - "An American crime"
- Laura Linney - "John Adams"
- Shirley MacLaine - "Coco chanel"
- Susan Sarandon - "Bernard and Doris"

Melhor roteiro de longa-metragem:
- Simon Beaufoy - "Slumdog millionaire"
- David Hare - "The reader"
- Peter Morgan - "Frost/Nixon"
- Eric Roth - "O curioso caso de Benjamin Button"
- John Patrick Shanley - "Doubt" 

 Melhor ator em série musical ou cômica:
- Alec Baldwin - "30 Rock"
- Steve Carell - "The office"
- Kevin Connolly - "Entourage"
- David Duchovny - "Californication"
- Tony Shalhoub - "Monk"

Melhor ator em minissérie ou filme feito para a TV:
- Ralph Fiennes - "Bernard and Doris"
- Paul Giamatti - "John Adams"
- Kevin Spacey - "Recount"
- Kiefer Sutherland - "24: redemption"
- Tom Wilkinson - "Recount"

Melhor série de TV - musical ou comédia:
- "30 Rock"
- "Californication"
- "Entourage"
- "The office"
- "Weeds"

Melhor trilha sonora original:
- Alexandre Desplat - "O curioso caso de Benjamin Button"
- Clint Eastwood - "A troca"
- James Newton Howard - "Defiance"
- A.R.Rahman - "Slumdog millionaire"
- Hans Zimmer - "Frost/Nixon"

Melhor atriz em série musical ou cômica:
- Christina Applegate - "Samatha who?"
- América Ferrera - "Ugly Betty"
- Tina Fey - "30 Rock"
- Debra Messing - "The starter wife"
- Mary-Louise Parker - "Weeds"

Melhor diretor de longa-metragem:
- Danny Boyle - "Slumdog millionaire"
- Stephen Daldry - "The reader"
- David Fincher - "O curioso caso de Benjamin Button"
- Ron Howard - "Frost/Nixon"
- Sam Mendes - "Revolutionary road"

Melhor ator em filme musical ou comédia:
- Javier Bardem - "Vicky Cristina Barcelona"
- Colin Farrell - "Na mira do chefe" (In Bruges)
- James Franco - "Segurando as pontas"
- Brendan Gleeson - "Na mira do chefe" (In Bruges)
- Dustin Hoffman - "Last chance Harvey" 

 Melhor filme - musical ou comédia:
- "Queime depois de ler"
- "Happy-go-lucky"
- "Na mira do chefe" (In Bruges)
- "Mamma mia!"
- "Vicky Cristina Barcelona"

Melhor atriz em filme dramático:
- Anne Hathaway - "O casamento de Rachel"
- Angelina Jolie - "A troca"
- Meryl Streep - "Doubt"
- Kristin Scott Thomas - "I've loved you for so long"
- Kate Winslet - "Revolutionary road"

Melhor série de TV - drama:
- "Dexter"
- "House"
- "In treatment"
- "Mad men"
- "True blood"

Melhor ator em filme dramático:
- Leonardo DiCaprio - "Revolutionary road"
- Frank Langella - "Frost/Nixon"
- Sean Penn - "Milk"
- Brad Pitt - "O curioso caso de Benjamin Button"
- Mickey Rourke - "The wrestler"

Prêmio especial Cecil B. DeMille:
- Steven Spielberg - conjunto da obra

 Fonte: g1.globo.com.

Filmes que não são de todo ruins, mas que poderiam ser melhores.

 

Tive a idéia de escrever sobre isso ontem, após sair da sessão de Coração de Tinta - Fantasia com Brendan Fraser baseada no best seller de Cornelia Funke. O filme deixa aquela sensação que poderia ter sido bem melhor, isso porque a historia é muito interessante, o argumento principal - homem que dá vida a personagens de livros quando o lê em voz alta - é muito interessante, mas há algo no filme que não funciona.

Fiquei com muita vontade de ler o livro, ou melhor, os livros, já que são 3. Porém o filme possue algumas falhas seja no roteiro seja na direção que comprometem o resultado final. Mo (Fraser) é um pai superprotetor apaixonado por livros, que roda o mundo em busca de um livro em particular, Coração de tinta. Isso porque Mo, 9 anos antes leu esse livro em voz alta, e trouxe das paginas do livro Dedo Empoeirado - um malabarista egoísta, que quer voltar para as paginas do livro - e Capricórnio ( vivido por Andy Serkis, o Gollum de O Sr. Dos Aneis). Acontece que para toda ação existe uma reação, cada vez que Mo trás alguém do mundo dos livros, alguém do nosso mundo vai para lá, e no caso, a felizarda (ou não) foi sua mulher Teresa.

Mo passa todo esse tempo procurando o livro, para descobrir uma maneira de trazer sua mulher de volta. Capricórnio, que se adaptou muito bem ao nosso mundo, quer obrigar Mo a ler para ele, Dedo Empoeirado vai fazer de tudo para reencontrar a mulher que deixou nas paginas do livro. O que falta para o filme, seria mais emoção: colocar os personagens em perigo, fazer-los explorar mais suas habilidades, para que o telespectador se envolvesse mais com a historia. Ao invés disso, somos apresentados a soluções fáceis, de personagens muitas vezes estúpidos e superficiais.

Sinceramente, nas mãos de um diretor melhor o filme renderia muito mais.

 

O maior astro dos cinemas de todos os tempos, segue com sua media de dois filmes por ano, e nos presenteia com um excelente drama. Estou falando de Will Smith e seu novo filme (Sim, o filme é dele, e todos só vão assistir por causa dele): Sete vidas. É difícil falar sobre esse filme, sem estragar as surpresas. Dirigido por Gabriele Muccino (que repete a parceria com Will, feita em "A procura da felicidade"), o filme conta a historia de Ben, homem que está disposto a mudar a vida de 7 pessoas. Só que para isso, Ben quer ter certeza que essas pessoas são merecedoras de tal mudança e resolve investigar a vida de cada uma delas.

Uma das "investigadas" é Emily, vivida pela ótima Rosário Dawson, a quem Ben acaba se apegando e se apaixonando. O grande diferencial do filme está em como ele ira mudar essas vidas, e qual a sua motivação, o que quem for esperto consegue perceber antes da metade do filme, e quem não prestar atenção vai ficar "voando" o filme inteiro.

O filme que começa de uma forma interessante e termina de uma forma emocionante, dá uma derrapada justamente no meio. Talvez o romance entfe Ben e Emily tenha sido explorado demais, ou faltou algo para tornar a coisa mais interessante, só sei que o protagonista se distancia por muito tempo de seu objetivo principal, o que torna o filme um pouco longo e cansativo.

 

Nos últimos anos, acredito que as formas de contar histórias que cresceram mais, foram os quadrinhos e os livros. Quase não se encontra mais um roteiro original, tudo é adaptado. Sem contar que esses formatos praticamente não sofrem com a pirataria (alguém já tentou ler um livro scaneado), e por isso sempre surgem fenômenos de vendas. E só mesmo esses burburinhos que certos livros causam, para explicar o sucesso de certos filmes. É o caso de Crepúsculo.

O filme custou humildes $35 mi, e arrecadou mais de $150mi só nos EUA. Tudo isso por causa de Bella, adolescente como outra qualquer, que é mandada para morar com o pai, que mora lá onde Judas perdeu as botas, e lá se apaixona por Edward. Tudo muito bom, tudo muito bem ate ela descobrir, via google que ele na verdade é um vampiro. Bastou isso para serem vendidos mais de 5 milhões de copias, serem lançados mais 3 livros sobre o casal, sendo que um quinto livro esta a caminho (nesse veremos a historia do primeiro livro, do ponto de vista de Edward).

Ambos, filme e livro, são assumidamente para meninas apaixonadas. Mas bem que poderia funcionar para meninos também, ne? O que falta no filme é ação. Para quem leu o livro, acredito que funcione, pois vai ver o filme na intenção de ver na tela tudo que imaginou quando leu o livro. Porem, nem tudo que funciona nos livros funciona no cinema (Vide Código da Vinci que é bem fiel ao livro, e ruim), e para quem não leu Crepúsculo (eu), o filme mais parece um romance adolescente que mistura "malhação" e "HSM", com um toque de "Anjos da Noite".

O filme não é ruim, e é muito bem contado, mas o romance entre os dois vai se tornando meio chato com o passar do tempo, afinal o filme tem duas horas de duração, sendo uma hora e meia só de blá-blá-blá, e quando começa a ficar bom, acaba. Fim do ano tem mais.

 

Dos filmes citados, esse é o melhor, em minha opinião: Madagascar 2. Continuação do sucesso de 2005, o filme é bem mais engraçado que o original, mas ainda assim deixa a desejar. Para começar o filme é curto demais: 80 minutos não são suficientes para contar tantas historias paralelas, o que faz o filme parecer mais um episodio de um serie que ta longe de acabar.

A bordo de um avião construído pelos pingüins (que de tanto roubarem a cena no primeiro filme, aqui ganham uma participação bem maior), Alex e Cia. tentam mais uma vez voltar para casa. Após uma aterrissagem de fazer rolar de rir, eles descobrem que foram parar na África, numa reserva florestal. Lá Alex reencontra sua família, e cada um dos personagens se envolve numa trama própria, o que culmina com a falta de água na reserva, provocada por humanos.

O grande problema do filme é mesmo não entregar um final digno, o que nos leva a crer que caso a Dreamworks ache satisfatório os $517,016,810 arrecadados ate o momento, vai haver mais uma continuação. O que não seria nenhuma surpresa, já que tudo nos dias de hoje é trilogia.

 

Coração de tinta: 7,5

Sete vidas: 8,0

Crepúsculo: 7,5

Madagascar 2: 8,5.

Maiores bilheterias do ano – parte 10

The Dark Night.

 

O filme mais lucrativo de 2008, será relançado em 2009, inclusive no Brasil. Isso porque, os produtores tem grande esperança que o filme consiga boas indicações para o Orcar. O filme mais lucrativo do ano, é também considerado o melhor filme do ano, por muitos, e a melhor adaptação de quadrinhos de todos os tempos. O filme mais lucrativo do ano, arrecadou $994,896,852, se tornou a 4º maior bilheteria de todos os tempos, teve uma das interpretações mas marcantes, e se chama Batman - O Cavalheiro das Trevas.

Para entender todo o impacto causado por esse filme, é preciso levar em consideração o verdadeiro Batman. Não aquele Batman do seriado, ou dos filmes dos anos 80 e 90, mas o verdadeiro Batman, dos quadrinhos, assim como o verdadeiro Coringa e assim por diante. O filme pega elementos primordiais dos quadrinhos, os eleva e enésima potencia e os lança na tela em seqüências de encher os olhos. Tudo em The Dark Night (Nome original do filme) é perfeito. Os atores dão um show, as cenas de ação são ótimas, a historia é fantástica, sem contar o insano coringa apresentado por Christian Nolan.

Eu odiava Batman. Para começar pela constante mudança dos atores, achava os vilões por demais ridículos, e a coisa como um todo, galhofada demais. Batman - Begins foi o primeiro filme do herói que eu fui curtir no cinema, e não me arrependi, realmente aquele filme era um recomeço. Alem de ser um filme extremamente realista, você percebe que tudo nele é levado muito a serio. Aprovado.

Eis que algum tempo depois, anunciam que Heath Ledger viveria o coringa e minha cabeça explodiu. Como assim, aquele cara de filmes para adolescente fazendo o vilão mais conhecido do universo Batman? Semanas depois vaza primeira foto do ator já com a maquiagem do vilão e minha cabeça explode uma segunda vez. O que é que é isso, cara? O maior vilão de todos os tempos? E não é que eu estava certo...

Há um ano atrás, anunciam a morte de Heath Ledger e minha cabeça explode de novo. Que chato ele ter morrido, mas que bom que as filmagens de Batman já estavam finalizadas. Sete meses depois o filme estréia batendo recordes, com ótimas criticas e tal, e minha cabeça...bom, você já sabe. O filme estreou em minha cidade somente com copias dubladas! Nada contra dublagem, principalmente a brasileira que está entre as melhores do mundo, mas ver TDN dublado, principalmente as cenas em que o Coringa aparece é um atentado aos Nerds! Tudo que eu queria era ouvir o "Why so serius?" tão anunciado nos trailers.

Finalmente mês passado, comprei o DVD, e pude ver o filme legendado e com mais calma. Parece que quanto mais você assiste, mais você gosta e mais você quer assistir. Esse filme é muito foda!!

Diferente de outros filmes do gênero, ele não tem uma simples historia com começo, meio e fim. O filme é intenso o tempo todo, com varias coisas acontecendo ao mesmo tempo. O Coringa não faz falta, mas quando aparece, rouba todas as atenções para si. Ninguém fica devendo, em nada! Se não der Batman no Oscar, o que eu acredito que vá acontecer, vide as indicações para o Globo de Ouro, é marmelada.

Que o filme é bom, todo mundo sabe, só o que não se sabe é se o filme teria tamanha publicidade e sucesso se Heath Ledger não tivesse morrido.

 

Maiores bilheterias do ano – parte 9

 

Indiana Jones e o reino da caveira de cristal

 

Sinceramente, titulozinho péssimo esse, tanto em inglês quanto em português. Se fosse qualquer outro filme, com essa tal dessa caveira de cristal no título eu iria pensar duas vezes se iria ver esse filme ou não. Porem o nome Indiana Jones diz tudo o que precisamos saber, e não decepciona em nenhum minuto.

Só mesmo o maior herói do mundo para fazer um filme tão movimentado aos 65 anos, e nesse caso não estou falando de Indiana e sim de seu interprete: Harrison Ford. O filme fez muitos tios, avôs e gente (eu, por exemplo) que só teve oportunidade de vê-lo na tv, saírem de casa para ir ao cinema, relembrar o grande herói, e por isso fez muito mais sucesso que qualquer um dos filmes anteriores. Com $783,011,114 arrecadados, Indiana jones e seu titulo horrível é a segunda maior bilheteria do ano.

Maiores bilheterias do ano – parte 8

 

Kung Fu Panda

 

Na eterna guerra (no bom sentido) entre Pixa e DreamWorks, esse ano, a Dreamworks levou a melhor, no quesito bilheterias. Enquanto a Pixa, e seu fantástico Wall-e conquistaram os críticos,  Kung Fu Panda conquistou as bilheterias e com $633,395,021 em caixa, é o 3º colocado do ano.

Desde o primeiro treiler sempre tive um pé atrás com esse filme. A historia de um panda, que luta king fu, não me convence. Porem o filme é tão bem feito, e mesmo com sua historia clichê e previsível, tem cenas de lutas tão bem feitas que fica ate fácil acreditar naquilo tudo. Mesmo tendo como personagens, um panda, uma tartaruga, um cobra e por ai vai, o filme tem coreografias dignas dos filme de Jack Chan, e por isso encanta a todos.

Maiores bilheterias do ano – parte 7

Hancock

 

Will Smith se consolida com o maior astro da atualidade com esse filme sobre um super-herói, que não é adaptação de nenhum quadrinho. Hancock é daquele tipo de roteiro que foi criando a muito tempo, mas só depois de alguém realmente influente tomar conhecimento de sua existencia, é que ele é filmado.

Will Smith interpreta Hancock, um super-herói que perdeu a sua popularidade entre aqueles que ele protege quando suas tentativas de resgate nem um pouco convencionais provocaram um terrível caos na cidade. Durante um resgate, Hancock conhece Ray Embrey (Jason Bateman), um agente de Relações Públicas recentemente demitido que se oferece para representar e recuperar a imagem pública de Hancock. Quando a mulher de Ray, Mary (Charlize Theron), e Hancock se encontram, ocorre uma inexplicável e imediata conexão entre os dois.

O grande problema do filme é sua mudança de gênero no meio da historia. A coisa toda começa com um super-horoi bêbado, que destrói metade da cidade todas as vezes que vai salvar alguém e por isso mesmo, é odiado pelas autoridades e pelos próprios habitantes. Depois que Hancock conhece Ray Embrey e vai passar uma temporada na cadeia, a criminalidade aumenta e ele é recrutado para impedir um assalto a banco. Já regenerado, Hancock cai nas graças dos cidadãos, porém surgem revelações sobre seu passado, e a partir daí o espectador não solta mais um riso sequer.

O filme é relativamente pequeno para uma reviravolta tão grande. Se num minuto você ta rindo das atrapalhadas tentativas de salvamento do protagonista, no outro tudo fica muito serio e dramático.

Eu prefiro a segunda parte do filme. Não acho que funcione uma comédia com um cara com superpoderes. Por mais que os efeitos sejam bons, tudo acaba parecendo sem sentido e forçado.

Com seqüência confirmada, Hancock rendeu $623,546,274.

 

Fonte sinopse: http://www.cinepop.com.br/filmes/hancock.htm

 

 100 melhores personagens da história do cinema.

O site Empire listou os 100 melhores personagens da história do cinema. Separei os 25 primeiros colocados, a maioria deles bem contemporâneos, para postagem aqui.  

 1 - Tyler Durden (Clube da Luta)

 

Faz muito tempo que assisti a Clube da Luta, mas não consigo me esquecer dos diálogos incríveis envolvendo esse personagem, talvez o melhor da carreira de Brad Pitt. Se merece o primeiro lugar, eu não sei, mas com certeza é um personagem complexo e interessante.


2 - Darth Vader (Star Wars trilogia)

 

Esse pode não ser o melhor personagem, mas com certeza é o melhor vilão de todos os tempos. Ícone dos anos 70 e 80, teve sua origem contada da controversa trilogia lançada entre 1999 e 2005.

 3 - Coringa (Batman - O Cavaleiro das Trevas)

O ano de 2008 vai ficar marcado como o ano de uma das interpretações mais brilhantes de todos os tempos. Há muito tempo que um filme não chamada tanta atenção, e que um personagem não causava tanto burburinho. E basta assisti ao filme, que você irá ver que nada disso tem haver com a morte do ator.

4 - Han Solo (Star Wars trilogiatrilogia)

 

Star Wars aparece na lista mais de uma vez. Han Solo é o típico anti-heroe que acaba se convertendo e ganhando a simpatia de todos. Não sei se merecia estar entre os 5, mas com certeza


5 - Hannibal Lecter (Silêncio dos Inocentes)

 

Se Darth Vader é o maior vilão, Hannibal é o maior psicopata. Extremamente inteligente e culto, e brilhantemente interpretado por Anthony Hopkins, esse personagem causou pesadelos em muita gente no inicio dos anos 90.

6 - Indiana Jones

 

O maior aventureiro do cinema consagra Harrison Ford como um dos maiores astros de todos os tempos. No inicio do ano, revi toda a trilogia Indiana Jones e é incrível como os filmes continuam divertidíssimos. Sempre com uma piada na ponta da língua, mesmo quando está em perigo, Indiana faz qualquer perigo parecer passeio no parque.

 7 - Dude (O Grande Lebowski)

 

Nunca ouvi falar, para ser sincero. Mas fiquei interessado em ver o filme.

8 - Capitão Jack Sparrow (Piratas do Caribe trilogia)

 

Outra grande surpresa dos últimos tempos, Jack veio para mostrar que há vida inteligente por trás de blockbusters. Johnny Depp que a muito não aparecia nos grandes circuitos ganhou ate uma indicação os Oscar, por fazer esse pirata meio gay em uma das trilogias mais lucrativas já feitas.


9 - Ellen Ripley (Alien)

 

Primeira mulher entre os escolhidas, essa também foi a primeira protagonista feminina num filme de ficção e ate pouco tempo era dona da maior bilheteria de um filme protagonizado por uma mulher. Somente ela para enfrentar a criatura mais aterrorizante do cinema.

 10 - Vito Corleone (O Poderoso Chefão)

 

Considerado por muitos o maior ator de todos os tempos, Marlon Brando imortalizou-se na figura do chefe de uma gangue italiana, conhecido como "o padrinho". Sua transformação para o personagem é incrível, assim como os trejeitos criados por ele.

11 - James Bond

 

Interpretado por muitos, James Bond é o espião mais lembrado, com certeza. Sean Connery foi o primeiro a interpretá-lo e continua sendo o preferido da maioria dos fãs.

12 - John McClane (Duro de Matar)

 

 Quando parecia que não havia mais criatividade e que os filme de ação estavam condenados a serem todos iguais, eis que surge Duro de Matar, com um agente lutando contra o terrorismo. Porem o diferencial aqui, é que Bruce Willis interpreta um policial extremamente humano, que se machuca literalmente o filme inteiro.

 
13 - Gollum (O Senhor do Anéis)

 

Meu personagem favorito na trilogia do Um anel. Ele é feio, mal e digitalizado, mas o sofrimento e a complexidade do personagem causam uma empatia tão grande que dá vontade de você tomar o Um anel de Frodo e entregar para ele.

 14 - O Exterminador (O Exterminador do Futuro)

 

Personagem mais importante da carreira de Arnold Schwarzenegger, esse personagem é também o responsável por uma das frases mais icônicas de todos os tempos: "Hasta la vista, baby".

15 - Ferris Bueller (Curtindo a Vida Adoidado)

 

Todo mundo uma vez na vida quis ser esse cara. Ele é popular, fila aula e ainda se dá bem.

Clássico da sessão da tarde aqui no Brasil, esse filme deveria ser obrigatório nas escolas.

16 - Neo (Matrix trilogia)

 

Apesar de Matrix está no meu Top 3 de trilogias, não acho Neo um personagem tão interessante. Keanu Reeves se encaixou perfeitamente em seu personagem mais significativo. Um hacker, que descobri que as coisas não são nada como ele imagina.


17 - Hans Gruber (Duro de Matar) 

Vilao do primeiro Duro de Matar.

18 - Travis Bickle (Taxi Driver) 

 

Também não vi esse filme, ainda!

19 - Jules Winnfield (Pulp Fiction)

 

Vi recentemente Pulp Fiction, e o que tenho a dizer é que esse não é um filme que tem uma historia, é um filme que tem personagem. Quentin Tarantino parece desenvolver cuidadosamente cada personagem de seus filmes antes mesmo de criar uma historia que os uma. Samuel L. Jackson interpreta esse capanga de um chefão de uma gangue, dono de diálogos incríveis sobre chesse burger, que se converte e resolve abandonar uma vida de crimes.

20 - Forrest Gump (Forrest Gump)

 

Dispensa comentários. Com certeza um dos filmes mais lembrados, um dos atores mais conhecidos, um dos personagens mais lembrados dos anos 90.

 21 - Michael Corleone (O Poderoso Chefão)

 

Interpretado por um jovem e desconhecido Al Pacino, Michael desponta como o grande protagonista da trilogia dos Corleone.

 22 - Ellis "Red" Redding (Um Sonho de Liberdade)

 

Nesse drama adaptado do livro de Stephen King, Morgan Freeman interpreta o típico conselheiro de presídio, presente em todos os filmes sobre o tema.

23 - Harry Callahan (Dirty Harry na Lista Negra)

 

Clint Eastwood da vida a mais ícone do cinema americano.

24 - Ash (A Morte do Demônio)

 

Eu já era fã de Sam Raimi muito antes dele dirigir a trilogia do Homem Aranha. Tudo isso por causa de uma outra trilogia de sua autoria. Evil Dead (que aqui no Brasil se transformou em A morte do Demônio, Uma noite alucinante 2 e Uma noite alucinante 3), narra as aventuras de Ash, um cara comum que se envolve nas situações mais bizarras, quando encontra o livro dos mortos. Sem tanto destaque no primeiro filme, é no segundo que ele desponta como protagonista. E quando a serie começa a tender para o lado da comedia, ninguém segura.

25 - Mestre Yoda (Star Wars)

Yoda é um dos poucos personagens vistos em toda a hexalogia de George Lucas. Visto sempre como jedi conselheiro e experiente, somente nos episódios 2 e 3, ele mostra sua força.

Incrível, como poucos filmes tem tantos personagem tão lembrados.

Maiores bilheterias do ano – parte 6

 Iron man!

 

Esse filme é unanimidade entre as maiores surpresas do ano.

Como não sou ligado a quadrinhos, antes do anuncio desse filme eu nunca ouvira falar sobre Homem de Ferro, não tinha idéia de quem era Tony Stark. Algum tempo depois do anuncio da adaptação para as telonas de Iron man, tudo isso mudou. É realmente incrível a popularidade alcançada por um herói pouco conhecido em tão pouco tempo. Homem de ferro foi um dos filmes mais populares do ano, e nada mais justos do que seus $571,827,600 arrecadados.

A vida do inventor e maior fornecedor de armas do governo americano Tony Stark nunca mais será a mesma depois que ele é atacado e mantido refém por um grupo de rebeldes afegãos.
Ferido por estilhaços de granada que se alojam perto de seu coração, Tony recebe a ordem de construir no cativeiro uma devastadora arma, mas, em vez disso, usa suas habilidades para criar uma armadura que permite que ele consiga fugir.
Ao retornar aos Estados Unidos, Tony promete dar um novo rumo às Indústrias Stark. Ele passa dias e noites desenvolvendo e aperfeiçoando uma avançada armadura que lhe propiciará uma força sobre-humana. Quando Tony descobre um plano abominável com implicações globais, jura proteger o mundo como sua nova personalidade, o Homem de Ferro.

O grande trunfo desse filme é conseguir fazer um filme interessante do inicio ao fim. Não há pressa em mostrar a armadura, e o espectador não tem pressa em vê-la, pois o filme é interessante como um todo, a armadura é só o melhor disso tudo. Outro grande acerto foi apostar no carisma de Robert Downey Jr., grande ator que a muito não se envolvia em grandes projetos, some isso ao talento de Jon Favreau e você tem um dos melhores filmes do ano, e uma das melhores adaptações de quadrinhos.

A Marvel como não poderia deixar de ser, já anunciou a seqüência para 2010. É esperar para ver se eles terão o cuidado que tiveram com o primeiro filme.

 Fonte sinopse: http://www.cinepop.com.br/filmes/homemdeferro.htm

 

Bilheterias Americanas 21-23 de novembro de 2008

Confirmado previsões, Crepúsculo, filme adaptado de romance homônimo que conta a história de uma garota que se apaixona para um vampiro, estreou no topo das bilheterias americanas, sendo a quarta maior estréia de um mês de novembro. Com seus pouco mais de 70mi, o filme simplesmente dobrou seu orçamento de 35mi. Serão 3 livros, dos quais 2 já foram lançados e obviamente serão três filmes também, que por sinal, já foram confirmados.

Quem perdeu a liderança foi o novo 007, que apesar de está em mais salas que o primeiro colocado, arrecadou apenas 27mi em sua segunda semana. Porem o filme já arrecadou mais de 100mi em apenas duas semanas de exibição e tem tudo para bater seu antecessor.

Bolt da Disney estreou em terceiro lugar; Madagascar em suas terceira semana, já se encontra com 137mi arrecadados, levando a crer que em no maximo mais duas semanas superará os 150mi de seu orçamento.

Com certeza o filme mais lucrativo do ano é HSM3. O filme custou apenas 11mi e já arrecadou quase 90mi somente nos EUA. Não tenham duvidas que a Disney ainda vai lançar muitos desses musicais.

 

Fonte: http://www.comingsoon.net.

O filme mais impactante do ano.

Ensaio sobre a Cegueira

Essa noite, eu não dormi bem. Não só pelo calor exagerado provocado pelas modificações que o mundo vem passando, mas por ter ficado demasiadamente impressionado com um filme, como há muito não acontecia.

No começo de setembro, estreou um filme que há muito eu esperava, ansiosamente, para ver, mas que o cinema de minha querida cidade insistia em me impedir de ver, já que não trazia o filme para exibição de modo algum. Trata-se da adaptação do livro Ensaio sobre a cegueira do português José Saramago. O livro foi adaptado para o cinema por ninguém menos que nosso maior diretor da atualidade, Fernando Meireles, que ainda colhe o prestigio alcançado por causa de Cidade de Deus. Ao contrario de outros diretores que na primeira oportunidade abraçam projetos Hollywoodianos, Meireles resolveu encarar o desafio de adaptar uma obra bem complicada.

Mesmo não sendo uma produção americana, Ensaio sobre a cegueira tem status de superprodução, seja em seu elenco repleto de estrelas, seja em sua fotografia ousada e realista. Os planos que mostram uma cidade do alto, completamente apodrecida, carros batidos, e pessoas vagando que mais parecem zumbis, são impressionantes. Mas, vamos ao filme.

O que mais incomoda em Ensaio sobre a cegueira, é você não poder simplesmente dizer que o filme é irreal, ou muito violento, ou apelativo, pois de uma forma ou de outra você acaba se vendo naquela situação e sabe que tudo que é mostrado no filme é possível acontecer, sim.

No filme, os personagens não têm nome. Tudo começa com um japonês que no meio do trânsito se vê numa situação, digamos, curiosa. De uma hora para outra ele fica cego. Ao chegar ao consultório do oftalmologista, ele aparentemente contagia a todos com o seu mal, já que ou no dia seguinte ou depois de horas, todos os personagens apresentados ali, começam a perder a visão.

Quando a epidemia de cegueira começa a se alastrar, os contaminados são levados para uma espécie de quarentena, de onde se tentarem sair são mortos pelo exercito, ficando entregues à própria sorte, sem higiene e com pouca comida. No meio do caos, apenas uma mulher consegue enxergar, a mulher do oftalmologista.

Julianne Moore parece que já nasceu para esse tipo de papel: a mulher sofredora, que luta contra todos pela pessoa que ama. Alice Braga, com seu inglês impecável, faz o papel de uma prostituta paciente do oftalmologista. O elenco inteiro é super afinado e passam realmente a impressão que estão cegos.

As cenas mais fortes e polemicas do filme se passam na quarentena. Cheia de pessoas, o lugar mais parece um manicômio, com fezes pelo chão, pessoas nuas pelos cantos, ou enlouquecendo por não conseguirem ver. Gael García Bernal faz o papel do Rei da Ala 3, como ele mesmo se define. Detentor de toda a comida, ele impõe uma ditadura aos demais, onde primeiro as demais alas tem que trocar dinheiro por comida, no caso, jóias, e depois são obrigadas a mandar as suas mulheres para que elas sejam estupradas em troca do alimento. As cenas de estupro do filme, não chegam a ser violentas ou apelativas, mas a sensação causada pelo que está se vendo incomoda. O incômodo causado me fez lembrar duas coisas: o caso da menina no norte do país que foi presa com homens numa delegacia e foi obrigada a transar com os presos em troca de comida e um filme chamado Crash, que fala basicamente de preconceito.

Infelizmente o filme não foi visto com bons olhos pelos americanos. Nem sei dizer se o filme teve uma estréia la, ou se só foi exibido em circuito limitado. Com certeza não tem grandes chances no Oscar o que é realmente uma pena. Como não li o livro (ainda), posso apenas avaliar o filme como filme e não como adaptação. Só sei que o que vi, me incomodou e me fez pensar, não que o filme seja perfeito, mas cumpre muito bem o seu papel.

 

Nota: 9,0

Maiores bilheterias do ano – Parte 5

Mamma mia

 

Existem bandas e cantores que são realmente para sempre. Não importa se eles morreram, se a banda acabou ou se simplesmente não lançam material novo há dez anos, basta uma simples coletânea para eles continuarem movimentando milhões. Esse ano, experimentamos um novo meio de reviver bons momentos (para quem viveu nos anos 70), um modo diferente de ouvir musica que muitos de nos nunca ouviu, estou falando dos cinemas.

Duas produções bem diferentes entraram em cartaz, com uma semelhança: suas trilhas sonoras são completamente de bandas que já não existem mais. No caso de Across the Universe, nós temos as musicas dos Beatles para contar as desventuras de um jovem apaixonado (esse eu ainda não vi). Já Mamma mia, vai muito mais alem, trata-se de um musical completamente inspirado nas musicas do grupo ABBA.

Adaptado de um musical da Broadway, Mamma mia conta a historia de Sophie, uma jovem que está prestes a se casar quando resolve enviar três convites da cerimônia para três homens – Sam Carmichael, Bill Anderson e Harry Bright –, acreditando que um deles é seu pai.
De diferentes partes do mundo, os três resolvem voltar à ilha e à mulher por quem se apaixonaram vinte anos atrás. Quando chegam, a mãe de Sophie, Donna, se surpreende ao ficar cara-a-cara com os ex-namorados que nunca conseguiu esquecer. E, enquanto eles inventam desculpas por estar ali, ela se pergunta qual deles é, realmente, o pai de Sophie.

Não só pela nostalgia, mas sim por se tratar de um ótimo filme, Mamma mia foi um enorme sucesso de público e critica, arrecadando incríveis $564,204,210.

 

Fonte sinopse: http://www.cinepop.com.br/filmes/mammamia.htm.

 

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